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Ocupação do garimpo do Cassiporé  por forças federais e estaduais leva a detenção de cinco garimpeiros que após depoimento foram liberados.Rio Cassiporé, Amapá, Brasil.Foto Paulo Santos09/05/2012Ágata 4Combater crimes transnacionais e ambientais, o crime organizado, além de intensificar a presença do estado na faixa de fronteira apoiando as populações sãos os principais objetivos da operação ÁGATA 4 lançada pelo    Ministério da Defesa (MD) , no ultimo dia 02/05,  a Operação, uma ação  conjunta das Forças Armadas Brasileiras, com apoio de órgãos federais e estaduais, como a Polícia Federal, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a Secretaria da Receita Federal (SRF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Sistema de Proteção da Amazônia (SIPAM), a Força Nacional de Segurança Pública (FNS), a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgãos de segurança pública dos Estados do Amazonas, Roraima, Pará e Amapá para coibir delitos transfronteiriços e ambientais na faixa de fronteira Norte. Com comando geral em Manaus foram criadas as chamadas frentes de Tarefas, a do rio Negro em São Gabriel da Cachoeira no Amazonas a do rio Branco em Boa Vista Roraima e a do Oiapoque no Amapá todas articuladas entre si. Com efetivo de  8600 homens, e grande logística, vinte e seis aeronaves como o moderno avião Embraer 145 E 99 com os mais variados tipos de censores usados pela inteligência e controle  ou o helicóptero Black Rock para transporte de tropas fazem o apoio aéreo, diversas embarcações como lanchas de aluminio até grandes balsas, dão apoio nos rios e igarapés possibilitando a operação. Água, terra e ar, em uma área aproximada de 5.200 km de extensão,  fazendo fronteira com Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa. O