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Caso Uspam 06AMS0430 ©PS.jpg
Técnicos, representantes de várias empresas participam como observadores durante perícia na Uspam<br />
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Lixo Tóxico na Floresta<br />
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Iniciou na última segunda feira dia 02 de julho o trabalho da força tarefa criada pelo ministério público do estado do Pará, com apoio do instituto de pericias científicas Renato Chaves, instituto Evandro Chagas, IBAMA, defesa civil e corpo de bombeiros a coleta de informações, depoimentos e Pericias  para o inquérito civil nº 01/2012-MP/PJUL montar o inventário e avaliar a extensão dos danos ambientais em uma grande área de floresta no município de Ulionópolis,  fronteira do Pará com Maranhão. A Uspam – Usina de Passivos Ambientais que deveria dar fim adequado aos rejeitos de industrias nacionais e multinacionais recebeu entre os anos de 1999 quando começa a funcionar até 2003 quando é interditada pelo IBAMA e Sesma cerca de 24.651,30 toneladas sólidas e mais 29.250 litros de rejeitos tóxicos como terra de chumbo, Cloroanilina, Tolueno e benzeno, dioxide de Titâniio  diclorometano entre vários outros abandonando o lixo tóxico em tanques e camburões na floresta sem qualquer tratamento criando um grande problema ambiental . Pesos pesados como a Shell,  Texaco, Petrobras, Panasonic Pepsi, Vale, Brastemp, Philips e Yamaha foram algumas das cem empresas identificadas pelo ministério público que contrataram os serviços da Uspam para o descarte, teoricamente adequado, de seus rejeitos. Após a interdição em 2003, muitas delas, com medidas judiciais retiraram grande parte dos produtos descartados na área, sem nenhum estudo de impacto. Ainda assim  o levantamento feito esta semana pelo ministério público mostra centenas de camburões e tanques que permanecem nas ruinas da empresa ou em meio a mata aumentando a contaminação na área. As empresas argumentam que Uspam funcionava com o licenciamento emitido pela Sema e Governo do Estado, outros envolvidos na questão. Apesar dos laudos feitos em 2003 e 2007 pelo Re